Arquivo mensal: setembro 2006

Integrando-se….

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Nesta quarta-feira, dia 20, nosso grupo visitou a Cooletiva – Cooperativa de Recicláveis de São Carlos-SP, para iniciar os primeiros contatos e conhecer o funcionamento de outros grupos autogestionários, aproveitanto também para conhecermos o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis através da Helena, que nos colocou a possibilidade de integrarmos a rede….enfim, novas possobilidades e novos estudos à caminho. Agora, temos que fortalecer as ações locais para seguir agindo regionalmente.

Olhemos a integração!

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A melhor maneira dos grupos conversarem e se entenderem foi praticando… nossa melhor lição: fazer acontecer!

 

 

Aprendizado de hoje….

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Enquanto o grupo discutia o que é Parceria, percebemos que a resposta estava ali, ao nosso lado. Uma aula profunda e explícita do “como fazer” a coisa acontecer….

Muito mais digerível do que ter que explicar para as pessoas que representam a esfera pública, que parceria é encarar o trabalho de maneira participativa, onde a transparência é vital para o crescimento de ambas as partes. Se aproveitar de pessoas teoricamente, simples, como os donos do poder nos costumam chamar, é tentar nos fazer de idiotas, como tantas vezes, vêm acontecendo. Se aproveitar de serviços públicos para criar mais uma ilusão num pequeno grupo, tentar tirar vantagem em tudo que faz, ás custas de quem (só) paga impostos….é no mínimo covarde!! E, covardia só faz aumentar o câncer que corroe o poder público.

Melhor apreciar e trabalhar junto com nossas crianças….

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na sequência…

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Continuando nosso aprendizado, iniciamos esse encontro lendo_escrevendo as receitas de materiais de limpeza, que foram feitas na última quarta e sexta-feiras no nosso quintal. Depois de escrever, relembramos algumas palavras que foram descobertas nos encontros anteriores (juntamente com Saramago, Paulo Freire, Brecht, etc todos eles aqui). Vamos ver os pedaços desses momentos:

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Fogão a lenha agora também gera energia elétrica

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Vi essa notícia na lista MetaReciclagem e, como estamos pensando exatamente em adaptar um fogão para nossas oficinas, esse modelo parece bastante funcional….olha, só:

(matéria publicada aqui:Inovação Tecnológica )

010115060828-geralux.jpgO fogão a lenha ainda é um dos mais comuns “geradores de energia” utilizados no interior do Brasil e de vários outros países em desenvolvimento, principalmente na zona rural. De concepção milenar e construção simples, o fogão a lenha é utilizado basicamente no preparo de alimentos.

Mas o pesquisador brasileiro Ronaldo Sato acreditou que poderia melhorar o projeto do milenar fogão, tornando-o mais ambientalmente amigável e, sobretudo, utilizando-o para gerar energia elétrica.

Agora ele apresentou o protótipo que resultou dos seus sete anos de pesquisas – um novo conceito de fogão a lenha/gerador de eletricidade, batizado de Geralux. Apesar de ter sido inteiramente construído com recursos próprios, o novo fogão já chamou a atenção da Eletronorte, que está estudando a possibilidade de utilizar a nova tecnologia no Acre, na região do Xapuri.

Na mesma queima de biomassa utilizada para o preparo dos alimentos, o fogão Geralux produz energia suficiente para acender cinco lâmpadas e ligar uma televisão ou outros equipamentos de baixo consumo de eletricidade, como rádios ou até um computador pessoal.

O Geralux é também mais ambientalmente correto do que os fogões tradicionais. Ele economiza até 50% da biomassa hoje empregada, além de reter toda a fuligem no próprio fogão – a inalação de fuligem é apontada pela OMS como a 8ª causa de morte no mundo.

O fogão não utiliza caldeira, o que simplifica sua construção e reduz riscos de acidentes. O vapor gerado no trocador de calor é transformado em energia mecânica e, a seguir, elétrica. A energia é armazenada em uma bateria comum de automóvel – cerca de 30% de sua carga é suficiente para a iluminação da residência em um período de 4 a 5 horas.

“Para recarregar a bateria utiliza-se o calor produzido no fogão durante o cozimento diário de alimentos. A tecnologia poderá ser dimensionada conforme a demanda como, por exemplo, para as 30.000 escolas na Amazônia, enquanto se faz a merenda,” afirma Sato.

Sato agora espera receber apoio de entidades governamentais ou privadas para viabilizar a adoção de sua tecnologia em benefício de populações que, em pleno século XXI, ainda estudam à luz de velas. O protótipo do Geralux está em exposição na Fundação de Tecnologia do Acre.

Resultados da oficina

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Fizemos a oficina de materiais de limpeza: desinfetante, sabão liquído, sabão frio, seguindo as receitas que foram publicadas aqui.

Importante ressaltar que essas imagens são somente para ilustrar o aprendizado! O processo de produção desses produtos deve ser realizado sempre com a presença de pessoas capacitadas para evitar acidentes.

Agora, vamos testar nossos produtos e garantir a qualidade. Juntamente com essa oficina iniciamos o aprendizado das planilhas de custos, relação custo x benefício, possibilidades de compra em conjunto de matérias-primas com outras cooperativas, planejamento de vendas, divisão rotativa do grupo para aprendizados teóricos e práticos.

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Agora passamos ao sabão frio….velho conhecido de nossas avós.

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Agora,  a massa do sabão liquído está descansando, amanhã, mostraremos como ficou!